Pontes para a Inclusão Escolar: Autoeficácia Docente e Sensibilização para a Deficiência em um Programa de Formação Continuada em Educação Física Adaptada

Palavras-chave

autoeficácia docente
Educação Física Adaptada
formação continuada
inclusão escolar
desenvolvimento humano e tecnologias
pessoas com deficiência

Como Citar

Venditti Júnior, R., Vieira do Prado Júnior, M., & Pereira da Silva, M. (2026). Pontes para a Inclusão Escolar: Autoeficácia Docente e Sensibilização para a Deficiência em um Programa de Formação Continuada em Educação Física Adaptada. Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studies, 14(lifestyle), e02187. https://doi.org/10.19141/jils.v14ilifestyle.2187
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Resumo

Introdução: A inclusão escolar tem ampliado as demandas relacionadas à formação de professores para atuação em contextos educacionais inclusivos, especialmente na Educação Física Escolar. Nesse cenário, a autoeficácia docente constitui um importante constructo para compreender a confiança dos professores em promover a participação de estudantes com deficiência.

Objetivo: analisar as contribuições de um programa de formação continuada em Educação Física Adaptada para o desenvolvimento da autoeficácia docente e para a sensibilização em relação à deficiência e à inclusão escolar.

Método: Trata-se de uma pesquisa descritiva, de abordagem quanti-qualitativa, realizada a partir da implementação e avaliação de um programa de formação continuada desenvolvido em parceria entre a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e a Diretoria Regional de Ensino de Bauru/SP. Participaram 46 professores de Educação Física vinculados à rede pública de ensino. Os dados foram obtidos por meio de questionário de caracterização, escalas de autoeficácia docente e questões abertas.

Resultados: Os resultados evidenciaram níveis positivos de autoeficácia, com destaque para as dimensões relacionadas à experiência direta, experiência vicária e persuasão social. As análises qualitativas indicaram que as vivências práticas, as trocas de experiências e os momentos de reflexão contribuíram para fortalecer a confiança profissional, ampliar a compreensão sobre a deficiência e favorecer atitudes mais inclusivas.

Conclusão: Conclui-se que programas de formação continuada fundamentados nas fontes de autoeficácia propostas pela Teoria Social Cognitiva podem contribuir para o desenvolvimento profissional docente e para a promoção de práticas pedagógicas mais inclusivas.

https://doi.org/10.19141/jils.v14ilifestyle.2187

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