https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/issue/feedJournal of Interdisciplinary Lifestyle Studies 2026-07-06T19:10:51-03:00Diego dos Santos Janespublisher@alumniin.comOpen Journal Systems<div style="text-align: justify;"> <p data-start="0" data-end="610">O <strong><em data-start="2" data-end="50">Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studies</em> (ISSN: <span style="color: #4a4a4a; font-family: BlinkMacSystemFont,-apple-system,'Segoe UI',Roboto,Oxygen,Ubuntu,Cantarell,'Fira Sans','Droid Sans','Helvetica Neue',Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 16px;">3086-5336</span>) </strong>é uma publicação interdisciplinar em fluxo contínuo, dedicada à disseminação de contribuições acadêmicas originais e inéditas relacionadas à saúde em suas múltiplas dimensões. A revista aceita uma ampla diversidade de manuscritos, incluindo artigos de pesquisa original, revisões sistemáticas e meta-análises, estudos de caso, cartas ao editor e comentários críticos. Sua missão central é fomentar e promover pesquisas interdisciplinares de elevada qualidade, integrando diferentes áreas do conhecimento no âmbito das ciências da saúde e em campos correlatos. A revista dá continuidade ao acervo e ao legado da <strong><em data-start="663" data-end="682">Lifestyle Journal</em> (e-ISSN 2237-3756)</strong>, criada em 2014, classificada na área Interdisciplinar e avaliada como Qualis B1 no quadriênio 2017–2020.</p> <p data-start="47" data-end="623">A revista é mantida pelo Programa de Mestrado em Promoção da Saúde do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP), campus São Paulo. Sua missão é disseminar pesquisas que contribuam para a comunidade científica e para o público em geral, promovendo uma compreensão mais profunda do corpo e da vida humana, bem como incentivando um cuidado holístico que integre o equilíbrio físico, mental e espiritual.</p> <p data-start="625" data-end="963">Para garantir o rigor acadêmico, todas as submissões devem ser originais e inéditas, ou seja, não podem ter sido previamente publicadas em qualquer outro periódico. Os autores devem preparar seus manuscritos de acordo com as normas de referência do estilo Vancouver, e as submissões são aceitas exclusivamente em formato Microsoft Word.</p> <p data-start="965" data-end="1274">A <strong><em data-start="967" data-end="1015">Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studies</em></strong> é dedicada à pesquisa sobre práticas interdisciplinares de estilo de vida. Por meio de suas publicações, leitores e profissionais da saúde de diversas disciplinas podem manter-se informados sobre os avanços globais na ciência relacionada ao estilo de vida.</p> <p data-start="1276" data-end="1691"> </p> </div>https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2073A Evolução da Revista Lifestyle2026-05-06T14:44:33-03:00Elias Ferreira Portoelias.porto@unasp.edu.brNatália Cristina de Oliveiranataliaovs@gmail.com<p>O editorial apresenta a evolução da revista <em data-start="153" data-end="164">Lifestyle</em>, que passa a se denominar <em data-start="191" data-end="239">Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studies</em>, refletindo seu amadurecimento editorial e reposicionamento estratégico no cenário científico contemporâneo. A mudança, proposta e aprovada pelo comitê científico e corpo editorial, visa representar com maior precisão o caráter interdisciplinar da publicação, alinhando-se à expansão do campo de estudos sobre estilo de vida e sua interface com áreas como saúde, educação, comportamento, espiritualidade, meio ambiente, políticas públicas e tecnologia. O novo escopo enfatiza abordagens integrativas voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças, bem-estar humano e sustentabilidade, incluindo estudos translacionais, aplicados e inovadores. O editorial reafirma o compromisso com rigor metodológico, integridade científica e processos editoriais éticos e transparentes, além de destacar estratégias de internacionalização e ampliação de parcerias acadêmicas. Conclui-se que a mudança de nome representa não apenas uma atualização formal, mas um movimento estratégico para consolidar a revista como referência interdisciplinar, promovendo conhecimento científico relevante e alinhado aos desafios sociais contemporâneos.</p>2026-04-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studieshttps://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2113Oferta do Cuidado Pré-Concepcional as Mulheres em Unidades Básicas de Saúde2026-05-06T14:44:34-03:00Natalia Nascimentonacastron00@gmail.comBelarmina Reis-Mulevabmuleva@unilurio.ac.mzCarolina Cavalcante da Silva Alecarolcsale@gmail.comMarcia Maria Hernandes de Abreu de Oliveira Salgueiromarciasalgueironutricionista@yahoo.com.brAna Luiza Vilela Borgesalvilela@usp.br<p>I<strong>ntrodução: </strong>A oferta do cuidado pré-concepcional às mulheres em Unidades Básicas de Saúde constitui uma estratégia essencial para a promoção da saúde materno-infantil.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Descrever a oferta de ações de cuidado pré-concepcional a mulheres em idade fértil atendidas em Unidades Básicas de Saúde da zona leste de São Paulo.</p> <p><strong>Métodos:</strong> Estudo transversal, descritivo, com 464 mulheres de 18 a 49 anos atendidas em oito UBS do distrito do Itaim Paulista. Os dados foram coletados por entrevistas presenciais, abordando características sociodemográficas, história reprodutiva e ações de cuidado pré-concepcional, como avaliação da intenção reprodutiva, orientações e prescrição de ácido fólico.</p> <p><strong>Resultados:</strong> Predominou perfil socioeconômico vulnerável, com baixa escolaridade e inserção formal no trabalho. A maioria já havia engravidado (média de 2,3 gestações). Apenas cerca de 20% relataram ter sido questionadas sobre intenção de engravidar. Poucas receberam orientações ou prescrição de ácido fólico antes da concepção. Embora o uso de ácido fólico durante a gestação tenha sido alto, no período pré-concepcional foi raro.</p> <p><strong>Conclusão:</strong> Observou-se baixa oferta de cuidado pré-concepcional nas UBS, com lacunas na avaliação da intenção reprodutiva e na prevenção antes da gravidez. O fortalecimento dessas ações na Atenção Primária é essencial para reduzir iniquidades e melhorar desfechos maternos e perinatais.</p>2026-03-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studieshttps://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2072Correlatos, Diferenças E Prevalências Entre Suporte Organizacional, Capital Psicológico Positivo No Trabalho E Transtorno Emocional Comum Em Trabalhadores No Período De Isolamento Social2026-05-06T14:44:35-03:00Nilton S. Formigansformiga@yahoo.comJuliana Bianca Maia Franco juliana_franco_@hotmail.comVitor Hugo Tavares de Lira Cunhavitorcunha_adv@hotmail.comCleber Medeiros Lucenalucnacm@gmail.com<p><strong>Introdução:</strong> Os estudos na área da gestão de pessoas e organizações, no mundo do trabalho, têm destacado as mudanças funcionais e do comportamento organizacional capazes de influenciar na saúde do trabalhador. Assim, com as novas concepções sobre autodeterminação laboral, empregabilidade e manutenção desta, tem sido imposto, no binômio trabalhador-organização, a necessidade do desenvolvimento de estratégias para manutenção de uma competitividade saudável.</p> <p><strong>Objetivo:</strong> Verificar a relação entre suporte organizacional, gestão do conhecimento, capital psicológico positivo e percepção da conduta de saúde geral dos funcionários de organizações públicas e privadas, no estado do Rio Grande do Norte.</p> <p><strong>Método:</strong> Participaram da pesquisa 402 trabalhadores que responderam os dados sociodemográficos, a escala de percepção do suporte organizacional, gestão de conhecimento, capital psicológico positivo e a escala saúde geral.</p> <p><strong>Resultados</strong>: Os resultados revelaram que o suporte organizacional influencia positivamente a gestão do conhecimento, que por sua vez, o capital psicológico positivo e este, a saúde geral dos trabalhadores, reforçando a importância de práticas organizacionais integradas para o bem-estar laboral.</p> <p><strong>Conclusão</strong>: A proposta do modelo contribuiu para a construção de ambientes laborais mais saudáveis e sustentáveis.</p>2026-03-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studieshttps://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2116Viabilidade de Aulas de Pilates Online para Gestantes Brasileiras Residentes no Exterior: Um Estudo Piloto2026-05-06T14:44:26-03:00Carolina Rossato Volpinicarolina.volpini@unesp.brDébora Gambary Freiredeboragambary@yahoo.com.brRubens Venditti Júniorr.venditti-junior@unesp.br<p><strong>Objetivo:</strong> Este estudo analisa como a participação em aulas de Pilates online influencia o bem-estar de gestantes brasileiras residentes no exterior, a partir da perspectiva da atuação profissional remota em Educação Física no cuidado à saúde da mulher.</p> <p><strong>Métodos:</strong> Trata-se de um estudo piloto, quantitativo e descritivo, envolvendo 11 gestantes brasileiras expatriadas participantes de intervenções remotas, por meio de amostragem intencional não probabilística. Os dados foram coletados por meio de instrumentos estruturados de autorrelato, avaliando o bem-estar percebido durante a gestação, incluindo variáveis sociodemográficas e percepções relacionadas a sentimentos e emoções gestacionais. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva, incluindo frequências e medidas de tendência central.</p> <p><strong>Resultados:</strong> Os achados indicaram associação entre a participação em aulas de Pilates online e percepções positivas de bem-estar. Observou-se predominância de relatos favoráveis relacionados ao conforto físico, à capacidade funcional nas atividades de vida diária e à percepção de saúde durante a gestação. As participantes relataram satisfação com a prática remota, destacando a continuidade do exercício físico durante a permanência no exterior. Também foram identificados níveis elevados de ansiedade e sobrecarga emocional, associados ao contexto migratório, incluindo ausência de redes de apoio, diferenças culturais e adaptação ao sistema de saúde local.</p> <p><strong>Conclusão:</strong> As aulas de Pilates online demonstraram potencial para contribuir com o bem-estar de gestantes brasileiras residentes no exterior. Os resultados sugerem que essa prática constitui uma estratégia acessível de suporte durante a gestação, especialmente em contextos de distanciamento das redes de cuidado.</p>2026-04-23T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studieshttps://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2046Repercussões na Saúde Mental de Indivíduos Submetidos À Cirurgia Bariátrica: Revisão Sistemática2026-05-06T14:44:32-03:00Helenna Lobo Mamedehelennalobomamede@gmail.comLorenna Rocha Lobo e Silva Mamedelorennarochalobo@gmail.comAna Clara Neri Ávila Baleeiroanaclaranab@gmail.comAmarildo Lemos Dias de Mouraamarildodias@pucgoias.edu.br<p><strong>Introdução</strong><strong>:</strong> A obesidade é uma condição crônica e multifatorial, relacionada a genética e comportamentos, além de diversas comorbidades. Ademais, está ligada à estigmatização social, o que afeta o tratamento. O diagnóstico é feito pelo IMC, e a obesidade atinge mais da metade da população brasileira. A cirurgia bariátrica mostrou-se eficaz na perda de peso e na melhora da saúde física e mental. Apesar disso, há riscos como deficiências nutricionais, complicações físicas e impactos psicológicos. A bariátrica melhora autoestima, depressão e ansiedade, mas pode aumentar o risco de alcoolismo e suicídio.</p> <p><strong>Objetivo:</strong> analisar, por meio de uma revisão sistemática, as repercussões na saúde mental de indivíduos submetidos à bariátrica.</p> <p><strong>Métodos: </strong>Trata-se de uma revisão sistemática com amostra final de 25 artigos, selecionados em junho de 2025, levantados junto a <em>PubMed </em>e a BVS, selecionados segundo os critérios do PRISMA.</p> <p><strong>Resultados</strong><strong>: </strong>A maioria dos artigos foram estudos observacionais, de coorte e transversal. Os desfechos em saúde mental foram sintetizados de acordo com os principais achados, sendo: positivos, negativos ou neutros (sem significância estatística ou com resultados inconclusivos).</p> <p><strong>Conclusão: </strong>O estudo apresentou que a cirurgia bariátrica pode gerar tanto benefícios quanto prejuízos à saúde mental. Embora a cirurgia bariátrica represente importante ferramenta no tratamento da obesidade grave, seus impactos na saúde mental ainda apresentam resultados heterogêneos.</p>2026-04-23T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studieshttps://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2141Comportamentos de Estilo de Vida e Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Idosos: Além do Efeito Cumulativo2026-05-06T14:44:25-03:00Edith Ferreira de Souza Oliveiraedith.oliveira@hc.fm.usp.brKelly da Silva Gonçalvesgonsalves12@hotmail.comRafaella Pôrto Kumpelrafaellayasmin10@gmail.comJosé Renato de Oliveira Leitejoserenatoleite@gmail.comAna Maria Ferracioli Pôrtoanaferracioli@hotmail.com<p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar os hábitos de estilo de vida em idosos com e sem DCNT e investigar se o número e o perfil dos comportamentos saudáveis estão associados à presença dessas doenças.</p> <p><strong>Métodos:</strong> Estudo transversal com 100 indivíduos com idade ≥74 anos. Os participantes foram divididos em dois grupos: com DCNT (n=61) e sem DCNT (n=39). Os hábitos de estilo de vida foram avaliados por meio do questionário Perfil do Estilo de Vida Individual (PEVI) e de um questionário estruturado. Foram utilizados testes t e qui-quadrado para comparação entre os grupos.</p> <p><strong>Resultados:</strong> O escore global de estilo de vida foi considerado positivo em ambos os grupos, sem diferença significativa (p=0,17). No entanto, indivíduos sem DCNT apresentaram maior proporção de classificação favorável (51,2% vs. 39%; p=0,02). A duração adequada do sono (6–8 horas), menor consumo de gordura saturada e estado civil (casados) estiveram associados à menor prevalência de DCNT, enquanto maior proporção de ex-tabagistas foi observada entre indivíduos com DCNT. Não houve associação significativa entre o número cumulativo de hábitos saudáveis e a presença de DCNT.</p> <p><strong>Conclusão:</strong> Em idosos, comportamentos específicos de estilo de vida, mais do que o número total de hábitos saudáveis, estão associados à presença de DCNT. Esses achados destacam a importância de intervenções direcionadas a fatores específicos na promoção da saúde em populações envelhecidas.</p>2026-04-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2068Relação Entre Ansiedade E Sistema Imune: Uma Revisão Sistemática2026-05-06T14:44:36-03:00Karina Kirstenkarina.kirsten@atitus.edu.brMoriana Pedroso Bordinmorianabordin@gmail.com<p class="p1" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;">Introdução:</span></strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;"> A ansiedade é um transtorno caracterizado por sentimentos intensos de medo, preocupação, nervosismo e angústia, geralmente associados à antecipação de uma ameaça. Evidências científicas indicam que níveis elevados de ansiedade podem comprometer a resposta imunológica, alterando parâmetros fisiológicos e aumentando a susceptibilidade a doenças relacionadas ao sistema imune. </span></p> <p class="p1" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;">Objetivo:</span></strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;"> Este estudo teve como objetivo investigar os impactos da ansiedade sobre o sistema imunológico por meio de uma revisão sistemática da literatura. As buscas foram realizadas nas bases PubMed, ScienceDirect e Scopus, incluindo estudos originais publicados nos últimos dez anos, em português ou inglês, conduzidos com seres humanos e que avaliassem parâmetros imunológicos relacionados a ansiedade. A qualidade metodológica e o risco de viés foram avaliados conforme as ferramentas do Joanna Briggs Institute (JBI). </span></p> <p class="p1" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;">Resultados: </span></strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;">Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, foram incluídos 16 artigos, cuja análise demonstrou que a ansiedade exerce influência negativa sobre parâmetros imunológicos e hormonais. Observou-se aumento de citocinas inflamatórias, elevação de linfócitos circulantes e incremento dos hormônios cortisol e ACTH, evidenciando a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA). Além disso, verificou-se associação entre ansiedade e elevação da proteína C reativa (PCR), sugerindo relação com processos inflamatórios crônicos. </span></p> <p class="p1" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;">Conclusão: </span></strong><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;">A maioria dos estudos apresentou risco de viés moderado. Os achados indicam que os transtornos de ansiedade exercem impacto significativo sobre o sistema imune, reforçando a importância de estratégias eficazes de manejo da ansiedade para promover saúde imunológica e qualidade de vida.</span></p> <p class="p1" style="text-align: justify;"><span class="bumpedfont15"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Times New Roman',serif;"> </span></span></p>2026-03-30T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studieshttps://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2198Análise da Expressão de miRNAs Estratificada por Sexo em Pacientes com Adenocarcinoma Pulmonar2026-07-06T19:10:51-03:00Bethina da Rocha Camargobethina.camargo@unesp.brBruna Caroline Silva Previatob.previato@unesp.brFelipe de Almeida Camargofelipe.a.camargo@unesp.brCarlo Antônio de Freitas Lüderscarlo.luders@unesp.brVanessa das Graças Pereira de Souzavg.souza@unesp.brPatricia Pintor dos Reispatricia.reis@unesp.brRogerio Antonio de Oliveirarogerio.oliveira@unesp.br<p><strong>Introdução</strong>: Diferenças biológicas relacionadas ao sexo podem contribuir para a heterogeneidade molecular do LUAD, incluindo variações na expressão de miRNAs.</p> <p><strong>Objetivo</strong>: Identificar miRNAs associados ao LUAD de acordo com o sexo e avaliar suas associações com a sobrevida e vias biológicas enriquecidas.</p> <p><strong>Métodos</strong>: Dados de expressão de miRNAs e dados clínicos do <em>The Cancer Genome Atlas</em> foram analisados separadamente para homens e mulheres. Foram realizadas análises de expressão diferencial, sobrevida e enriquecimento de vias biológicas.</p> <p><strong>Resultados</strong>: Foram identificados 130 miRNAs diferencialmente expressos em homens e 208 em mulheres. Dois miRNAs foram associados à sobrevida no grupo masculino e oito no feminino. A análise de enriquecimento revelou perfis funcionais distintos entre os grupos.</p> <p><strong>Conclusão</strong>: Os achados exploratórios indicam diferenças relacionadas ao sexo nos perfis de miRNAs e em suas associações com a sobrevida e vias biológicas no LUAD, fornecendo subsídios para futuras investigações sobre seu potencial prognóstico.</p>2026-07-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Bethina da Rocha Camargo, Bruna Caroline Silva Previato, Felipe de Almeida Camargo (Autor); Carlo Antônio de Freitas Lüders (Tradutor); Vanessa das Graças Pereira de Souza, Patricia Pintor dos Reis, Rogerio Antonio de Oliveira (Autor)https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2059Suporte Organizacional e Transtorno Mental Comum: O Efeito Mediador da Qualidade de Vida na Inibição da Ansiedade, Depressão e Estresse em Servidores do Ministério Público no Estado do Ceará (Brasil)2025-12-12T23:42:02-03:00Andrea Cristina Fermiano Fidelisacris.fidelis@gmail.comAmanda Maria Saturnino De Andrade Dantas amanda.andrade@mpce.mp.brNilton Soares Formigansformiga@yahoo.com<p><strong>Introdução:</strong> Partiu-se do entendimento de que o trabalho pode promover saúde ou adoecimento, conforme a combinação de demandas, recursos e fatores psicossociais.</p> <p><strong>Objetivo:</strong> investigou a relação entre trabalho, suporte organizacional percebido (SOP), qualidade de vida (QV) e saúde mental (ansiedade, depressão e estresse) em técnicos ministeriais do Ministério Público do Estado do Ceará, considerando as diretrizes OMS/OIT (2022) e a Resolução nº 265/2023 do CNMP.</p> <p><strong>Método:</strong> Participaram 30 técnicos (29–52 anos; M = 35,82; DP = 14,71), 55% mulheres, 64% casados, 63% graduados em Direito e 88% com especialização. A maioria trabalha manhã e tarde (94%). Quanto às condições laborais, 70% relataram acúmulo de trabalho e 85% referiram dores corporais associadas; 62% não recorreram a tratamento psiquiátrico e 64% não fizeram/fazem psicoterapia. Em contrapartida, 88% realizam atividade física, sendo 70% três ou mais vezes por semana.</p> <p><strong>Resultados:</strong> Os instrumentos do suporte organizacional (SOP), qualidade de vida (QV) e transtorno emocional comum apresentaram boa confiabilidade. Nas regressões múltiplas (método Enter), o SOP não apresentou efeito preditivo significativo sobre ansiedade, depressão ou estresse. A QV foi a variável mais relevante: maior QV predisse, de forma negativa, menores níveis de ansiedade, depressão e estresse, ainda que nem todas as dimensões fossem consistentes em todos os desfechos. Na mediação, o SOP não influenciou a QV, mas a QV manteve efeito protetivo, reforçando a prioridade de políticas de QV e gestão de demandas alinhadas ao CNMP.</p> <p><strong>Conclusão:</strong> Isso sugere intervenções sistemáticas: revisão de cargas, ampliação de recursos, apoio psicossocial, ações de QV, monitoramento contínuo e avaliação de resultados.</p>2026-07-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Andrea Cristina Fermiano Fidelis, Amanda Maria Saturnino De Andrade Dantas , Nilton Soares Formiga (Autor)https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2195Diferencias en la Función Cardiopulmonar Entre los Intérpretes de Instrumentos de Viento y la Población General2026-06-29T20:26:29-03:00Ariel Perez Buchhammerarielplate84@gmail.comAngela Dorrangela.dorr@uap.edu.ar<p><strong>Objetivo:</strong> Analizar la diferencia en la función cardiopulmonar entre músicos de instrumentos de viento y la población general de Libertador San Martín, Diamante, Argentina, entre abril y mayo de 2026.</p> <p><strong>Método: </strong>Se trata de un estudio cuantitativo, analítico, transversal, observacional y retrospectivo. Se utilizó una muestra no probabilística por conveniencia de 57 participantes de entre 18 y 50 años, divididos en 29 músicos y 28 individuos de la población general. La función pulmonar se evaluó mediante el flujo espiratorio máximo (FEM) y la capacidad cardiovascular se valoró utilizando una prueba de esfuerzo en cinta rodante siguiendo el protocolo de Bruce. Los datos se analizaron mediante las pruebas de Shapiro-Wilk, U de Mann-Whitney y Wilcoxon.</p> <p><strong>Resultados:</strong> Al comparar ambos grupos, no se encontraron diferencias estadísticamente significativas en cuanto a la capacidad máxima de ejercicio (U = 332,0; p = 0,232), el tiempo máximo alcanzado (U = 294,5; p = 0,075) o los METs logrados (U = 319,0; p = 0,149). Dentro de cada grupo, el esfuerzo físico indujo cambios fisiológicos significativos (p < 0,05), aumentando la presión arterial y la frecuencia cardíaca, al tiempo que reducía la saturación de oxígeno. El análisis de los valores delta demostró que la estabilidad hemodinámica y las respuestas gasométricas tras el esfuerzo fueron estadísticamente homogéneas entre ambos grupos (p > 0,05<strong>). </strong></p> <p><strong>Conclusión:</strong> La práctica regular de instrumentos de viento no conlleva diferencias significativas en los parámetros de función pulmonar ni en la capacidad cardiovascular en comparación con la población general evaluada.</p>2026-07-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ariel Perez Buchhammer, Angela Dorr (Autor)https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2156O Avanço das Apostas Esportivas Digitais entre Jovens Universitários: Um Estudo no Ensino Superior2026-05-12T14:29:04-03:00Ana Lucia de Paula Pereiraana.lucia@alunos.ifsuldeminas.edu.brJoão Francisco Sarno Carvalhojfsarcar@gmail.comJoão Marcos Fernandino Evangelistajoao.evangelista@ifsuldeminas.edu.brAndréa Cristina Alvesandrea.alves@ifsuldeminas.edu.brAlyce Cardoso Camposalyce.campos@ifsuldeminas.edu.br<p><strong>Introdução: </strong>O crescimento das plataformas digitais de apostas esportivas tem ampliado a participação de jovens universitários nesse mercado, despertando preocupações relacionadas à educação financeira, saúde mental e comportamentos de risco no ambiente acadêmico. Contudo, ainda são limitadas as evidências sobre o perfil e as motivações de estudantes que realizam apostas esportivas.</p> <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar o perfil dos estudantes de graduação que atuam como apostadores esportivos no IFSULDEMINAS – Campus Passos.</p> <p><strong>Métodos: </strong>Trata-se de um estudo exploratório de abordagem qualitativa, realizado com estudantes de graduação do IFSULDEMINAS – Campus Passos. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário estruturado contendo questões relacionadas à frequência das apostas, motivações, hábitos financeiros e percepção da prática. Os dados foram analisados de forma descritiva.</p> <p><strong>Resultados: </strong>Os participantes apresentaram idade entre 18 e 24 anos, sendo que 8,3% relataram realizar apostas diariamente. A principal motivação identificada esteve relacionada à busca por ganhos financeiros rápidos e complementares. Apesar disso, os estudantes afirmaram não comprometer obrigações financeiras pessoais em decorrência das apostas esportivas. De modo geral, a prática foi percebida como uma atividade recreativa e de entretenimento. Os achados também evidenciam aspectos relevantes sobre o comportamento de jovens universitários diante da expansão das plataformas digitais de apostas esportivas.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>O estudo demonstra que as apostas esportivas entre universitários estão associadas principalmente ao entretenimento e à expectativa de ganhos financeiros complementares. Os resultados reforçam a necessidade de ampliar debates sobre prevenção de riscos, educação financeira e promoção da saúde mental no contexto acadêmico, contribuindo para o desenvolvimento de ações institucionais e políticas públicas voltadas ao uso consciente dessas plataformas.</p>2026-07-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ana Lucia de Paula Pereira, João Francisco Sarno Carvalho, João Marcos Fernandino Evangelista, Andréa Cristina Alves, Alyce Cardoso Campos (Autor)https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2123O Estigma e a Exclusão Social na Hanseníase em Populações Vulneráveis: Análise Interdisciplinar por Revisão Integrativa2026-03-29T00:31:33-03:00Beatriz Neves Guedesbeatriznevesguedes@gmail.comAndressa de Souza Batistasouzabatistaandressa@gmail.comJoão Victor dos Santos Carvalhojoaovictorsantosdossantos3@gmail.comNayane Pereira Silvanayanesilvaenfer@gmail.comThayslane de Oliveira Brandão thayslanebrandao5@gmail.comCicera Hellen Cavalcante Gonçalveshcavalcante523@hmail.com<p><strong>Objetivo:</strong> Este estudo visa explorar as evidências científicas disponíveis acerca do estigma e da exclusão social relacionados à hanseníase em populações vulneráveis, considerando os impactos sociais, culturais e econômicos envolvidos.</p> <p><strong>Método:</strong> Realizou-se uma revisão integrativa nas bases LILACS (BVS) e MedLINE (PubMed), utilizando descritores relacionados a estigma social, exclusão social e hanseníase. Foram incluídos artigos originais publicados entre 2020 e 2025, em português e inglês.</p> <p><strong>Resultados:</strong> Foram identificados 19 artigos, com maior concentração de publicações em 2021, seguido de 2020. Todos os estudos foram realizados no Brasil, com destaque para a região Nordeste. Predominaram estudos de delineamento transversal, correspondendo a cerca de 60% das publicações.</p> <p><strong>Conclusão:</strong> O estudo evidenciou que o estigma e a exclusão social relacionados à hanseníase estão associados às desigualdades sociais e à vulnerabilidade, influenciando o diagnóstico tardio e a manutenção do preconceito. Esses fatores impactam negativamente a qualidade de vida, a saúde mental e a participação social das pessoas acometidas.</p>2026-07-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Beatriz Neves Guedes, Andressa de Souza Batista, João Victor dos Santos Carvalho, Nayane Pereira Silva, Thayslane de Oliveira Brandão , Cicera Hellen Cavalcante Gonçalves (Autor)https://www.revistas.unasp.edu.br/LifestyleJournal/article/view/2187Pontes para a Inclusão Escolar: Autoeficácia Docente e Sensibilização para a Deficiência em um Programa de Formação Continuada em Educação Física Adaptada2026-06-17T01:24:32-03:00Rubens Venditti Júniorr.venditti-junior@unesp.brMilton Vieira do Prado Júniormilton.vieira@unesp.brMárcio Pereira da Silvamarcio.pereira-silva@unesp.br<p><strong>Introdução:</strong> A inclusão escolar tem ampliado as demandas relacionadas à formação de professores para atuação em contextos educacionais inclusivos, especialmente na Educação Física Escolar. Nesse cenário, a autoeficácia docente constitui um importante constructo para compreender a confiança dos professores em promover a participação de estudantes com deficiência.</p> <p><strong>Objetivo:</strong> analisar as contribuições de um programa de formação continuada em Educação Física Adaptada para o desenvolvimento da autoeficácia docente e para a sensibilização em relação à deficiência e à inclusão escolar.</p> <p><strong>Método: </strong>Trata-se de uma pesquisa descritiva, de abordagem quanti-qualitativa, realizada a partir da implementação e avaliação de um programa de formação continuada desenvolvido em parceria entre a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e a Diretoria Regional de Ensino de Bauru/SP. Participaram 46 professores de Educação Física vinculados à rede pública de ensino. Os dados foram obtidos por meio de questionário de caracterização, escalas de autoeficácia docente e questões abertas.</p> <p><strong>Resultados: </strong>Os resultados evidenciaram níveis positivos de autoeficácia, com destaque para as dimensões relacionadas à experiência direta, experiência vicária e persuasão social. As análises qualitativas indicaram que as vivências práticas, as trocas de experiências e os momentos de reflexão contribuíram para fortalecer a confiança profissional, ampliar a compreensão sobre a deficiência e favorecer atitudes mais inclusivas.</p> <p><strong>Conclusão: </strong>Conclui-se que programas de formação continuada fundamentados nas fontes de autoeficácia propostas pela Teoria Social Cognitiva podem contribuir para o desenvolvimento profissional docente e para a promoção de práticas pedagógicas mais inclusivas.</p>2026-07-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Rubens Venditti Júnior, Milton Vieira do Prado Júnior, Márcio Pereira da Silva (Autor)