Resumen
Objetivo: Este estudio tiene como objetivo explorar la evidencia científica disponible sobre el estigma y la exclusión social relacionados con la lepra en poblaciones vulnerables, considerando los impactos sociales, culturales y económicos asociados.
Método: Se realizó una revisión integradora de la literatura en las bases de datos LILACS (a través de la BVS) y MedLINE (a través de PubMed), utilizando descriptores relacionados con el estigma social, la exclusión social y la lepra. Se incluyeron artículos originales publicados entre 2020 y 2025, en portugués e inglés.
Resultados: Se identificaron 19 artículos en total; el mayor número de publicaciones correspondió al año 2021, seguido por el 2020. Todos los estudios se llevaron a cabo en Brasil, particularmente en la región Nordeste. Predominaron los estudios transversales, que representaron aproximadamente el 60% de las publicaciones. La evidencia indica que la lepra sigue estando fuertemente asociada a la vulnerabilidad social, el bajo nivel educativo y el acceso limitado a los servicios de salud, factores que contribuyen al diagnóstico tardío, al estigma social y a la exclusión de las personas afectadas.
Conclusión: El estigma y la exclusión social relacionados con la lepra están estrechamente vinculados a las desigualdades sociales y a la vulnerabilidad, afectando negativamente la calidad de vida, la salud mental y la participación social de las personas afectadas. Los hallazgos subrayan la necesidad de implementar educación sanitaria, diagnóstico precoz y políticas públicas orientadas a reducir el estigma y las disparidades sociales
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