Disfunciones del suelo pélvico asociadas a la episiotomía: revisión integrativa
DOI:
https://doi.org/10.19141/2237-3756.lifestyle.v11.n00.pe1619Palabras clave:
Episiotomia, Disfunções do assoalho pélvico, Incontinência urinária , Função sexualResumen
Objetivo: Analizar las disfunciones del suelo pélvico asociadas a la episiotomía y sus implicaciones en la calidad de vida de las mujeres en el posparto.
Métodos: Se realizó una revisión integrativa de la literatura en las bases de datos PubMed, Lilacs, Scielo, Pedro y Cochrane, considerando estudios publicados entre 2014 y 2024. Los criterios de inclusión fueron ensayos clínicos aleatorizados que abordaran las disfunciones del suelo pélvico en mujeres en el posparto sometidas a episiotomía.
Resultados: Los hallazgos indican una asociación significativa entre la episiotomía y el aumento de riesgos como dolor perineal, dispareunia, disminución de la libido y dificultad para alcanzar el orgasmo. El uso combinado de fórceps agrava el dolor persistente y la insuficiencia de lubricación. Se observó una falta de estudios comparativos sobre la función sexual antes y después de la episiotomía.
Conclusiones: La episiotomía debe evaluarse cuidadosamente con base en evidencia sólida para evitar impactos innecesarios en la calidad de vida de las mujeres. Se destaca la importancia de la fisioterapia en la prevención y el tratamiento de las disfunciones del suelo pélvico, así como la necesidad de enfoques multidisciplinarios y programas educativos para mejorar la salud pélvica y promover prácticas informadas en el parto.
Descargas
Citas
ALMEIDA CB, SÉ CC, PEREIRA, EG, PEREIRA, AL. Avaliação da dor decorrente da perineorrafia no parto normal. Rev Pesqui Cuid Fundam. 2011. 3 (3): 2126-36.
ALVES, A.; CIRQUEIRA, M. Impacto da episiotomia na função sexual no pós-parto: um estudo clínico. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. [S.I.: s.n.], 2018. 40(10): 562570.
ÁLVAREZ-GONZÁLEZ, A.; MORALES, J.; MARTÍNEZ, V.; SERRANO, J. Comparação da automassagem versus massagem perineal profissional durante o parto: resultados de um estudo controlado. Revista de Terapias Fisioterápicas. [S.I.: s.n.], 2021. 19(2): 210-217.
ANDREWS, L. A dor perineal no pós-parto: um estudo sobre as mulheres com episiotomia e laceração. International Journal of Gynecology & Obstetrics. [S.I.: s.n.], 2008. 110(3): 238243.
BANAEI, M.; ZAREI, F.; SHOKOUHI, M.; KAZEMI, M. A episiotomia e a função sexual no pós-parto: uma análise comparativa entre primíparas e multíparas. Revista de Saúde da Mulher. [S.I.: s.n.], 2019. 34(2): 123-130.
BAYDOCK SA; FLOOD MDC; SCHULZ MDJA; MACDONALD D.; DEBORAH ESAU; BSCPT; BPT SJ; HILTZ CB; Prevalence and Risk Factors for Urinary and Fecal Incontinence Four Months After Vaginal Delivery. Women's Health. [S.I.:s.n], 2009. 31 (1): 36-41. DOI: https://doi.org/10.1016/S1701-2163(16)34051-8
BERTOZZI, S.; LONDERO, A. P.; FRUSCALZO, A.; DRIUL, L.; DELNERI, C.; CALCAGNO, A.; DI BENEDETTO, P.; MARCHESONI, D. Impacto da episiotomia nos distúrbios do assoalho pélvico e sua influência no bem-estar das mulheres após o sexto mês de pós-parto: um estudo retrospectivo. BMC Women’s Health, v. 11, p. 12, 2011. DOI: https://doi.org/10.1186/1472-6874-11-12
BORGES, B.B; SERRANO, F.; PEREIRA, F.; Episiotomia – uso generalizado versus seletivo. Lisboa: Acta Médica Portuguesa. [S.I.:s.n], 2003. 16: 447-454.
CARROLI G.; MIGNINI L.; Episiotomy for vaginal birth; The Cochrane Database of Systematic Reviews. [S.I.:s.n], 2009. DOI: https://doi.org/10.1002/14651858.CD000081.pub2
DA SOUSA LIMA, AP; SOUZA DA SILVA, J.; A importância dos músculos do assoalho pélvico feminino, sob uma visão anatômica. Fisioter. Bras. [S.I.:s.n], 2003. 4 (3): 205-210. DOI: https://doi.org/10.33233/fb.v4i3.3025
DEMIREL, G.; GOLBASI, Z.; SAKARYA, N. Efeitos da massagem perineal no risco de episiotomia e dor perineal no pós-parto: um estudo clínico. Obstetrics & Gynecology International. [S.I.: s.n.], 2015. 2015: 1-8.
ELHARMEEL SM, CHAUDHARY Y, TAN S, SCHEERMEYER E, HANAFY A, VAN ML.; Surgical repair of spontaneous perineal tears that occur during childbirth versus no intervention. Cochrane Database Syst. Rev. Library. 2015)
EJEGÅRD H.; RYDING EL; SJÖGREN B.; Sexuality after Delivery with Episiotomy: A Long-Term Follow-Up. Gynecol Obstet Invest. [S.I.:s.n], 2008. 66 (1): 1–7. DOI: https://doi.org/10.1159/000113464
FRANCISCO, L.; NOGUEIRA, M.; LIMA, S. Traumas perineais e dor pós-parto: uma comparação entre episiotomia e laceração. Journal of Obstetrics and Reproductive Medicine. [S.I.: s.n.], 2014. 25(6): 330-337.
FORTUNATO JO; Correlação entre a força dos músculos do assoalho pélvico e a satisfação sexual de mulheres. Cadernos da Escola de Saúde. [S.I.:s.n], 2014. (2) 143-158.
FONSECA, E.; MORENO CAMARGO, AL; AQUINO CASTRO, R; FERREIRA SARTORI MR; CUNIO MACHADO FONSECA, M; RODRIGUES DE LIMA, G; BATISTA DE CASTELLO GIRÃO, MJ; Validação do questionário de qualidade de vida (King’s Health Questionnaire) em mulheres brasileiras com incontinência urinária. Rev Bras Ginecol Obstet. [S.I.:s.n], 2005. 27 (5): 235-42. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-72032005000500002
GLISOI SFN; GIRELLI P; Importância da fisioterapia na conscientização e aprendizagem da contração da musculatura do assoalho pélvico em mulheres com incontinência urinaria. Rev Bras Clin Med. São Paulo, 2011. 9(6): 408-13.
GUN, A.; GÜRBÜZ, C.; YILMAZ, O.; KOC, Z. Eficácia da episiotomia na prevenção de lacerações graves e impacto na função sexual pós-parto: uma revisão crítica. Journal of Obstetrics and Gynecology. [S.I.: s.n.], 2016. 34(1): 55-63.
HAYLEN, BT; RIDDER D.; FREEMAN RM; SWIFT SE; BERGHMANS B.; LEE J.; MONGA A.; PETRI E.; RIZK DE; SAND PK; SCHAER GN; An international urogynecological association (IUGA)/international continence society (ICS) joint report on the terminology for female pelvic floor dysfunction. Neurourology and Urodynamics. [S.I.:s.n], 2010. 29: 4–20. DOI: https://doi.org/10.1002/nau.20798
HOLANDA, R.; CUNHA, E.; ALMEIDA, C. Efeitos da episiotomia na função sexual e qualidade de vida no pós-parto. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil. [S.I.: s.n.], 2014. 14(2): 147-154. DOI: https://doi.org/10.1590/S1519-38292014000200004
KARACAM Z. EROGLU K.; Effects of episiotomy on bonding and mothers health Background. Journal of Advanced Nursing. [S.I.:s.n], 2003. 43 (4): 384–394 DOI: https://doi.org/10.1046/j.1365-2648.2003.02727.x
LIMA CALDANA RH; PEGORARO RF.; Women, Madness and Care: the condition of the woman that both receives and provides care in mental health. Saúde Soc. [S.I.:s.n], 2008.17 (2): 82-94. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-12902008000200009
MACARTHUR AJ, MACARTHUR C.; Incidence, severity, and determinants of perineal pain after vaginal delivery. a prospective cohort study. Am J Obstet Gynecol 2004. DOI: https://doi.org/10.1016/j.ajog.2004.02.064
MATHIAS AE, PITANGUI AC, VASCONCELOS AM, SILVA SS, RODRIGUES PS, DIAS TG.; Mensuração da dor perineal no pós-parto vaginal imediato. Rev Dor. 2015; 16 (4): 267-71. DOI: https://doi.org/10.5935/1806-0013.20150054
MATTAR R.; AQUINO MMA; MESQUITA MRS; A prática da episiotomia no Brasil. Rev. Bras. Ginecol. Obstet. [S.I.:s.n], 2007. 29: (1). DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-72032007000100001
MCNEVIN MS; FASCRS MD; Overview of Pelvic Floor Disorders. Surgical Clinics of North America. [S.I.:s.n], 2010. 90 (1): 195-205. DOI: https://doi.org/10.1016/j.suc.2009.10.003
PHILIPPINI, ACO; Influência da episiotomia na funcionalidade do assoalho pélvico: Um estudo de revisão. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande. [S.I.:s.n], 2019.
PREVIATTI JF; SOUZA KV; Episiotomia: em foco a visão das mulheres. Rev. Bras. Enferm. [S.I.:s.n], 2007. 60 (2): 197-201. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-71672007000200013
SABOIA DM, BEZERRA KC, VASCONCELOS NETO JA, BEZERRA LRPS, ORIÁ MOB, VASCONCELOS CTM; The effectiveness of post-partum interventions to prevent urinary incontinence: a systematic review. Rev Bras Enferm. [S.I.:s.n], 2018. 71 (Suppl 3): 1460-8. DOI: https://doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0338
SANTOS, PFD; OLIVEIRA, E.; ZANETTI, MRD; ARRUDAI, RM; SARTORI, MGF; MJBC, GIRÃO CASTRO, RA; Eletroestimulação funcional do assoalho pélvico versus terapia com os cones vaginais para o tratamento de incontinência urinária de esforço. Rev. Bras. Ginecol. Obstet. [S.I.:s.n], 2009; 31: (9). DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-72032009000900005
SANTOS CMC; PIMENTA CAM; NOBRE MRC; A estratégia PICO para construção. Rev. Latino-am Enfermagem. [S.I.:s.n], 2007. 15 (3). DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-11692007000300023
SCHREINER L, DOS SANTOS TG. Prolapso Genital. Manual de Ginecologia. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2009. 155-63
SPEKSNIJD, J.; RONCKERS, E.; HOFF, C. S.; et al. Impacto da episiotomia nos distúrbios do assoalho pélvico e sua influência no bem-estar das mulheres após o sexto mês de pósparto. Journal of Obstetrics and Gynaecology, v. 39, n. 2, p. 203-210, 2019.
STANDRING, S.; Gray’s anatomia: a base anatômica da prática clínica. Elsevier Brasil, ed. 40. 2010.
SUBRAMANIAN D.; SZWARCENSZTEIN K.; MAUSKOPF JA; SLACK MC; Taxa, tipo e custo da cirurgia de prolapso de órgão pélvico na Alemanha, França e Inglaterra. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. [S.I.:s.n], 2009. (144): 177-181.
REZENDE, M.; Impactos da episiotomia na vida sexual de mulheres adultas jovens: dor perineal e dispareunia. Paripiranga, 2021. 62f.: 17il.
RETT, M.; SIMÕES, JA; HERRMANN, V.; ANDRADE MARQUES, A.; SIANI MORAIS, S; Existe diferença na contratilidade da musculatura do assoalho pélvico feminino em diversas posições?. Rev Bras Ginecol Obstet. [S.I.:s.n], 2005; 27 (1): DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-72032005000100005
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Aldiane Paulo Dos Santos, Joice Souza De Oliveira, Laura Pires da Silva, Mayara Amorim França, Natalia Dos Santos Costa, Letícia de Azevedo Ferreira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores conservan los derechos de autor sobre sus trabajos publicados y conceden al Journal of Interdisciplinary Lifestyle Studies el derecho de primera publicación.
Los artículos se publican bajo la Licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Esta licencia permite a terceros compartir, copiar, distribuir, reproducir, adaptar, transformar y crear obras derivadas del material para cualquier finalidad, incluso comercial, siempre que se cumplan las siguientes condiciones:
- se otorgue el crédito correspondiente a los autores;
- se reconozca la fuente original de publicación;
- se incluya un enlace a la licencia;
- se indiquen claramente las modificaciones realizadas en el contenido;
- no se sugiera que los autores o la revista respaldan el uso del material.
La licencia no implica la renuncia a los derechos morales de los autores ni autoriza el uso de materiales de terceros que no estén cubiertos por la licencia del artículo.
Los autores podrán celebrar acuerdos adicionales para la distribución no exclusiva de la versión publicada, incluido el depósito en repositorios institucionales, la publicación en libros, la divulgación en páginas personales y el uso con fines académicos, siempre que se reconozca debidamente la publicación original en la revista.
Al enviar y publicar el manuscrito, los autores declaran que poseen los derechos necesarios para licenciar el contenido y que las imágenes, tablas, instrumentos, conjuntos de datos u otros materiales de terceros han sido utilizados con la debida autorización o de conformidad con las limitaciones legales aplicables.
This work is licensed under Creative Commons Attribution 4.0 International



